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1- A importância da Ìyápẹ̀tẹ̀bí e da Ìyánífá

Para os yorubás, Òrúnmìlà é uma das divindades que acompanharam Òrìṣànlá (o grande Orixá) na criação do Àiyé (mundo). Òrúnmìlà comanda o sistema divinatório conhecido pelo nome de Ifá. Esse é um dos oráculos comandados por ele. Devido à importância desse oráculo para o povo yorubá, Òrúnmìlà também é chamado de Ifá. Òrúnmìlà representa a sabedoria, pois ele tem o poder de interpretar as determinações de Olódùmarè (Deus).

O sacerdote que cultua Òrúnmìlà-Ifá é denominado de Bàbáláwo (pai que detém o segredo). O Bàbáláwo é um sacerdote de grande respeito na cultura yorubá, pois seu aprendizado é longo, requerendo muita disciplina e dedicação.

Para a sociedade yorubá, o Bàbáláwo é um exemplo de integridade. Bàbáláwo casa, tem filhos e cuida do seu Ẹgbẹ́-Ifá (Templo de Ifá).

A esposa do Bàbáláwo chama-se Ìyápẹ̀tẹ̀bí. Um dos encargos da Ìyápẹ̀tẹ̀bí é zelar pelo Ifá do marido. Ela tem a grande responsabilidade de cuidar de seu Bàbáláwo, pois ela conhece seus ẹ̀wọ̀ (interditos, tabus) estabelecidos por Ifá, e que são os mesmos ẹ̀wọ̀ dela. Uma Ìyápẹ̀tẹ̀bí é escolhida por Ifá, e não precisa ser iniciada no culto de Ifá, do Òrìṣà (Orixá) ou qualquer outro culto e nem necessariamente ser de Ọ̀ṣun (Oxum). Ela passa por rituais específicos que começam com um Bàbáláwo e se encerram com outras Ìyápẹ̀tẹ̀bí.

A Ìyápẹ̀tẹ̀bí tem um papel especial nas cerimônias de Ifá e pode ter mais de um cargo no Ẹgbẹ́-Ifá (Templo de Ifá). A primeira Ìyápẹ̀tẹ̀bí de Òrúnmìlà foi Ọ̀ṣun, também chamada de Èèpódù ou Ìyánidù (Senhora com conhecimento em Odù).

A Ìyápẹ̀tẹ̀bí é protegida pelo Ifá do seu marido, ela nunca perde seu cargo até mesmo quando morre, e parti, segundo a tradição para o Òrun (mundo espiritual). Os yorubás acreditam que mesmo não estando mais nesse mundo, a Ìyápẹ̀tẹ̀bí passa a ajudar o Bàbáláwo aqui no Àiyé (nosso mundo). Ainda por esta tradição, um Bàbáláwo não se separa (divorcia) de sua Ìyápẹ̀tẹ̀bí. Perante Ifá, a Ìyápẹ̀tẹ̀bí e o Bàbáláwo têm um vinculo para toda vida.

A Ìyápẹ̀tẹ̀bí não joga Ọ̀pẹ̀lé Ifá e nem ikin ifá. Ela depende do seu próprio conhecimento para utilizar o Mẹ́rìndílógún (jogo dos 16 búzios) ou utiliza o Obì e o Orógbó para jogo. As mulheres que estudam e aprendem a prática de Ifá são chamadas de Ìyánífá (mulher que tem conhecimento sobre Ifá). Ela deve passar por todas as etapas de aprimoramento, se iniciar no culto.

Uma Ìyánífá não pode iniciar pessoas para Ifá, somente os Bàbáláwo (Babalaôs) podem fazer a iniciação. Elas apenas o auxiliam dentro do igbódù (lugar sagrado para iniciação). As mulheres podem ser iniciadas para Ifá e, após os ritos de iniciação, entrar no Igbódù, mas nem todas serão Ìyápẹ̀tẹ̀bí nem Ìyánífá. Muitas receberão cargos e denominações específicas, pois Ìyápẹ̀tẹ̀bí e Ìyánífá têm funções distintas no culto a Ifá. (Pai Paulo de Oxalá)

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3- Lista dos dias santos de obrigação do catolicismo

Baseando-se no terceiro mandamento da Lei de Deus (guardar os domingos e festas de guarda), a Igreja Católica estipula que todos os católicos são obrigados a irem à missa em todos os domingos e festas de guarda. Por isso, está obrigatoriamente nos Cinco Mandamentos da Igreja Católica. A maior parte das festas de guarda calham sempre num domingo (ex: Domingo de Ramos, Pentecostes, domingo de Páscoa, Santíssima Trindade, etc.), que já é o dia semanal obrigatório de preceito ou guarda. Então, as festas de guarda que podem não ser no domingo são apenas dez:[1] Algumas solenidades são enriquecidas com uma missa da vigília que se usa na tarde do dia anterior, com orações e leituras próprias, ou seja, diferentes da missa do dia da respectiva solenidade.

1 de Janeiro - Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus;
6 de Janeiro - Epifania
19 de Março - Solenidade de São José
Ascensão de Jesus - data variável: quinta-feira da sexta semana da Páscoa.
Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - data variável entre maio e junho: 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade
29 de Junho ou domingo seguinte - Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo
15 de Agosto ou domingo seguinte - Assunção de Maria
1 de Novembro - Dia de Todos-os-Santos
8 de Dezembro - Imaculada Conceição de Maria
25 de Dezembro - Natal
Porém, nem todos os países e dioceses festejam e guardam estes dez dias de preceito, porque, "com a prévia aprovação da Sé Apostólica, [...] a Conferência Episcopal pode suprimir algumas das festas de preceito ou transferi-los para um domingo".[1]

Como por exemplo, no Brasil os dias santos de guarda são [carece de fontes]:

Santa Maria, Mãe de Deus - 1 de janeiro
Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - data variável entre maio e junho: 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade.
Imaculada Conceição de Maria - 8 de dezembro
Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo - 25 de dezembro.
Em Portugal, ao abrigo do artigo 30º da Concordata entre a Santa Sé e Portugal de 2004,[2] os dias santos de guarda ou dias festivos são:

Ano Novo e Nossa Senhora, Mãe de Deus - 1 de Janeiro;
Corpo de Deus (Corpus Christi);
Assunção de Maria - 15 de Agosto;
Dia de Todos-os-Santos - 1 de Novembro;
Imaculada Conceição de Maria - 8 de Dezembro;
Natal - 25 de Dezembro.
Notas
[2] Em alguns folhetos de missa, como O Domingo da Paulus, vem indicado: missa do dia no domingo e missa da vigília no sábado à tarde ou à noite, como na missa do dia menos o que se segue. Muitas pessoas pensam que no sábado se celebra a missa da vigília e no domingo se celebra a missa do dia. A explicação é a seguinte:

Missa da vigília é aquela que se celebra na véspera de alguma solenidade (isto é, na noite ou na tarde do dia anterior à solenidade em questão).

Ao longo do Ano Litúrgico, existem 6 solenidades com missa da vigília, indicadas pelo Missal Romano:

Vigília Pascal (com data variável, que se celebra de noite e é chamada a mãe de todas as Vigílias)
Pentecostes (data variável)
São João Batista (24 de junho)
São Pedro e São Paulo (29 de junho ou domingo seguinte)
Assunção de Nossa Senhora (terceiro domingo de agosto)
Natal do Senhor (25 de dezembro)
Os textos da Missa da vigília (orações e leituras) são próprios, isto é, são diferentes dos indicados para a Missa do dia da respectiva solenidade.

Os textos da Missa vespertina são os mesmos dos indicados para a Missa do domingo ou da solenidade.
(Wikipédia)

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6- A PARTILHA DA ÁFRICA 

A Partilha da África é o nome pelo qual ficou conhecida a divisão do continente africano durante o século XIX e que finalizou com a Conferência de Berlim (1884-1885).

Com o crescimento econômico de Inglaterra, França, Reino da Itália e Império Alemão, esses países quiseram avançar sobre a África em busca de matérias-primas para suas indústrias.

Como ocorreu?


Países como Portugal já se encontravam no continente desde o século XVI. Utilizavam a África como fornecedor de mão de obra escrava, num comércio lucrativo em que participavam Inglaterra, Espanha, França e Dinamarca.

A expansão europeia para o continente africano, no século XIX, foi justificada para a opinião pública como a necessidade de “civilizar” este território.

No século XIX, existia a crença na superioridade de raças e de civilizações. Teorias como o Positivismo, de Auguste Comte e o Darwinismo Social, corroboravam esta ideia.

Assim, era necessário fazer com o que os africanos “atrasados”, segundo os moldes europeus, fossem civilizados.

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2- AGEN AFRO NOTÍCIAS DA IMPRENSA DO RJ: Rio tem em média 113 casos de injúria por preconceito por mês segundo dados do ISP.

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O estado do Rio de Janeiro tem em média 113 casos de injúria por preconceito por mês. O dado foi apresentado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) durante audiência pública realizada pela Comissão de Combate às Discriminações da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira, 13 de maio.

A mesa presidida por Carlos Minc - Comissão de Combate às Discriminações, foi composta pelo Dr. Prof. Babalawô Ivanir dos Santos, Gilbert Stivanello (Decradi RJ), Dra Mariana Castro de Matos (Defensoria Pública) e Márcia Florêncio (Subsecretaria Estadual de Promoção, Defesa e Garantia dos Direitos Humanos.

Dezenas de zeladores de terreiros estão sendo ameaçados até por WhatsApp, informou o Dep. Carlos Minc. "Falta integração. As delegacias não conseguem fazer exatamente o que diz a lei e o ISP não consegue produzir as estatísticas necessárias. Em função disso, acabam chegando poucos casos ao Ministério Público para ajuizar ações. Uma das recomendações é de que precisamos integrar os mecanismos de apuração. A Delegacia de Combate a Crimes Raciais e Intolerância Religiosa (Decradi) só tem cinco meses e pouca gente, há muitos casos que não chegam. Casos como o de São Gonçalo, onde dezenas de terreiros foram ameaçados por traficantes via WhatsApp exigindo 15 dias para sair. "Morar pode, culto religioso, não", dizia a mensagem. As pessoas estão com medo, mas agora tanto o MP quanto a Decradi, com base nesses vídeos via whatsapp, podem investigar para ver quais quadrilhas e quais são os interesses, além do tráfico, de coibir algumas religiões.

Isso virou o problema número 1 da Intolerância Religiosa porque envolve crime organizado", afirmou o Dep. Carlos Minc (PSB).

 

A procuradora Roberta Laplace, do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (GAECO - MPRJ), explicou que é função deles cuidarem dos crimes que ocorrem nesses espaços e exigem uma apuração mais detalhada. "Nós já fizemos um pequeno mapeamento e estamos com nove inquéritos policiais sob nossa atribuição, com investigações levadas pelo grupo. Nós esperamos que com a delegacia especializada, esse número aumente e nós consigamos tocar mais para frente a investigação desses casos mais sensíveis", atestou Laplace.

Mãe Conceição d´ Lissá, sacerdotisa da religião de matrize africana, que já foi vítima de intolerância oito vezes, alegou que: "As questões de racismo e racismo religioso são sempre colocadas em segundo plano ou em plano algum. Então, consequentemente, nós temos que avaliar o que o Estado está promovendo de segurança pública  para o seu cidadão comum, já que temos nossos direitos garantidos pela Constituição".

Para o prof. Dr. Babalawo, Ivanir dos Santos, esta foi mais uma iniciativa positiva e animadora por parte do poder público. "Foi uma audiência muito boa, levando em conta que escutei dos poderes públicos, tanto da polícia civil, quanto do ministério público, as medidas que estão tomando para de fato termos um enfrentamento e investigações com relação as casas quem vem sofrendo violações. Foi uma audiência animadora, mas também fica claro pra todos nós, que temos que formar uma grande rede de apoio às vítimas, mas também de fortalecimento das denúncias e dos órgãos, que tem responsabilidade de apurar os crimes, como Decradi, MP e DP, na defesa do povo de matriz africana. Eu fiquei esperançoso, quero inclusive parabenizar o Minc, pela iniciativa e comprometido pelas causas populares", declarou Ivanir do Santos. De blusa azul.

A Audiência Pública sobre Intolerância Religiosa: Vítimas e Leis, recebeu em torno de 80 pessoas na ALERJ, no Centro - na Sala Palácio Tiradentes. Presentes autoridades públicas como Dra. Eliane Pereira - Assessora de Direitos Humanos e Minorias do Ministério Público Federal, Defensoria Pública, departamento de Assistência Religiosa da PMERJ religiosos, integrantes da CCIR, como Og Sperle (União Wicca) e Daniel Cabral (Igreja Anglicana). Também na sala: representante dos ciganos, Pai Antônio de Seropédica, Pai César do Grajaú, entre outros sacerdotes de matriz africana, além de membros da sociedade civil que também foram vítimas de intolerância religiosa. 
(Fonte Jornal Minha Baixada / RJ)
 

4- Os Povos Ewé/Fon – contexto histórico

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O povo Fon e o povo Ewé, são dois dos principais grupos étnicos e linguísticos da África Ocidental. no sul do Benin e sul do Togo, cuja origem mítica está entre os gbe.  Eles possuem como características o uso da língua fongbé, e a maior expressão histórica, política e social desses povos se proclamou no Benin através do Reino de Daomé e na diáspora africana através do vodum.

A palavra DAHOMÉ, tem alguns significados conhecidos: um está relacionado com certo Rei Ramilé que se transformava em serpente e morreu na terra de Dan. Daí ficou “Dan Imé” ou “Dahomé”, ou seja, aquele que morreu na Terra da Serpente. Segundo as pesquisas, o trono desse rei era sustentado por serpentes de cobre cujas cabeças formavam os pés que iam até a terra. Outro significado encontrado é que o local é a terra da serpente sagrada, ou seja, Dan = “serpente sagrada” e Homé = “a terra de”, sendo Dahomé = “a terra da serpente sagrada”.


O complexo cultural expressado tanto pelo vodum como pelo Reino do Daomé possui uma origem mítica na cidade-reino Adjá de Tadô ou Sadô, onde uma filha solteira do rei, ao dirigir-se à floresta sozinha para realizar uma tarefa, encontrou-se com uma pantera encantada. Ao retornar à cidade, descobriu-se grávida e a paternidade da criança foi atribuída à pantera.

 

Como entre os adjá o sangue da mãe também enobrece, esse filho da pantera, kpòvi e seus descendentes, constituíram-se em uma nova linhagem real. Entretanto, o filho da pantera ficou sendo conhecido na posteridade pelo cognome deAgassu, o bastardo, e seus descendentes por isso sempre eram preteridos no sistema sucessório de Adjá-Tadô, ainda que herdassem a bravura e ousadia de seu ancestral animal. Um dia, porém, os kpòvi, mais uma vez excluídos, se revoltaram contra a escolha do sucessor no trono de Adjá–Tadô. Eles e seus partidários se armaram e, após uma violenta batalha, muitos cadáveres tombaram de lado a lado, inclusive o do rei escolhido.

 

O chefe dos kpòvi, Kokpon por esta razão, ficou sendo conhecido como Adjá-hutó, o matador de adjás, e ele junto com seus partidários tiveram que partir para o exílio, uma vez que perpetrou o delito de maior lesa-majestade que é o de amaldiçoar a terra com o derramamento do precioso sangue real.

5- OS ORISAS / IRUNMOLES

Os  orisas são ministros e administradores do universo. Antes de descer do Orun (céu) para Aiye (terra), Olodumare (Deus) entregou para Osala – o chefe das divindades, uma cabaça que continha terra, uma galinha de cinco dedos e um camaleão. Antes de posar na terra, (que era submersa pela água) a divindade soltou a terra e depois a galinha que espalhou terra formando terrenos sólidos. Camaleão foi enviado para inspecionar a solidez da terra. O local onde o camaleão pisou primeiro se chama Ile-Ife-(casa vasta).

A religião dos Orisas tem características de tolerância e sem fanatismo. Ela esta ligada à família. Orisa/Ancestral divinizado é um bem de família, transmitido pela linhagem paterna. O chefe da família – Bale, Baba-Awo (O Pai da família/Pai do segredo) delegam a responsabilidade do culto ao Orisa da família e Ancestral divinizado da família a um/uma Alase/Iya Ase – guardião/ guardiã do Ase, e para ser cuidado pelos Eleguns que serão possuídos pelo Orisa/Ancestral divinizado em certas circunstãncias.

Elegun é aquela pessoa escolhida pelo Orisa entre seus descendentes. (Ele – gun – aquela pessoa que tem o privilegio de ser montado por Orisa/Ancestral divinizado). Durante o processo de iniciação ou ritual, Orisa/Ancestral divinizado deverá ser invocado e evocado com cantos, danças etc. Após a iniciação a hierarquia deve ser seguida para mais conhecimento e firmeza religiosa.

A cada uma das divindades encarrega-se uma função especifica, vamos conhecer algumas:

Abata F – orisa das bahias das águas.
Abiku – orisa das crianças que nascem para morrer cedo
Abita M – orisa da ruas aliado de Seu
Abiye F – a divindade da gravidez e nascimento
Afefe/Ategun F– o vento, o ar. Acompanha Oya.
Aganju M – orisa do fogo, vulcões e desertos.
Aganna-Eri F – filha do Olokun
Agba-olode M – orisa do espaço.
Agbowujì F – Òrìsà da claridade e limpeza
Agemo M – orisa que fortalece a cidade
Aiku F – orisa que afaste a morte
Aina F – orisa de fogo e irma dos Ibejis.
Aiyelala F – orisa da verdade e bondade. Orisa de juramento.
Aja F – orisa que protege produtores do vinho
Àjálá M – orisa moldador de Ori
Aje shaluga F – orisa da riqueza, prosperidade material
Ajebu F – orisa do feitiço
Akitan F – orisa do lixão / aterro sanitario.
Aratunmi F – Orisa de ovulação feminina, esposa de Orisala
Aroni M – orisa de mistério da floresta
Ayan F – orisa protetor dos tocadores do tambor
Ayayo F- orisa da bruxaria, irmã mais nova de Oya.
Aye F – orisa da consciência e riqueza, filha do Obatala com Yemoja
Bayanni F – orisa que dá força a coroa dos reis, irmã de Sango
Boyuto F – Orisa de miragens e ilusões.
Dada M – orisa de crescimento, recém-nascidos, hotaliças e poder
Egungun – orisa de antepassado divinizado.
Ela M – orisa de mistério do mundo
Erinle M – orisa da firmeza da terra.
Erinle M – orisa da firmeza da terra.
Esu M – orisa mensageiro e Inspetor de Olodumare, guardião  do Ase para manter suas leis. Intermediário entre os orisas, os humanos e Olodumare.(Laroye/Esu-Odara/Elegbara/Esu-Laalu/Okiri-Oko/Esu-Ona/Oni-Bode/Esu-Ebora/Osetura/Esu-Latopa/Alago-Ija/Esu-Olopa/Idolofin/Esu-Oja /Esu-Alase)

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